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Esta é a cor dos meus sonhos.
A ‘pintura-poesia’ de Joan Miró reaparece na minha cabeça com alguma frequência. Às vezes basta-me chegar a um sítio onde nunca estive antes. Há sempre uma nova conjugação de cores que podemos absorver quando vemos alguma coisa pela primeira vez. Há uma oportunidade de sonhar diferente. Em Ceci est la couleur de mes rêves (1925), que me fez parar durante algum tempo enquanto deambulava pelo MET em 2017, Miró sonha a azul. Quero acreditar que sonhamos a azul, que sonhamos a verde, que sonhamos a rosa, que sonhamos todas as cores, inclusive as que ainda não conhecemos.
Este fim de semana vi Monserrate, na esperança de que as suas cores possam vir a ser as dos meus sonhos também.
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